Segunda-feira, Março 31, 2008

Eu sempre faço as escolhas erradas.
Eu sempre escuto o idiota do meu coração.
Eu sempre corro atrás daquilo que não vale a pena pro resto do mundo, mas que pra mim ainda vale.

Eu sempre me sinto uma idiota.
Eu sempre choro por causa de um coração partido.
Eu sempre quis morrer com certas coisas.
Eu sempre fui imatura com várias coisas.
Eu sempre fui madura demais com outras.

Eu sempre quis equilíbrio.
Eu sempre quis alguém pra vida toda.

Eu sempre me dei mal. Eu sempre fiquei mal por causa das minhas escolhas.

Coração burro! Coração mais do que burro.



Para Refletir: Lealdade × Fidelidade!


EU TE AMO PORRA!

Por as 23:45 |

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Domingo, Março 30, 2008

Porque eu gosto do Bilac

Mas também de
Gonçalves Dias

Como eu te amo


Como se ama o silêncio, a luz, o aroma,
O orvalho numa flor, nos céus a estrela,
No largo mar a sombra de uma vela,
Que lá na extrema do horizonte assoma;


Como se ama o clarão da branca lua,
Da noite na mudez os sons da flauta,
As canções saudosíssimas do nauta,
Quando em mole vaivém a nau flutua,


Como se ama das aves o gemido,
Da noite as sombras e do dia as cores,
Um céu com luzes, um jardim com flores,
Um canto quase em lágrimas sumido;


Como se ama o crepúsculo da aurora,
A mansa viração que o bosque ondeia,
O sussurro da fonte que serpeia,
Uma imagem risonha e sedutora;


Como se ama o calor e a luz querida,
A harmonia, o frescor, os sons, os céus,
Silêncio, e cores, e perfume, e vida,
Os pais e a pátria e a virtude e a Deus:


————


Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-to os lábios meus, — mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. — Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer
, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanto amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.


————


De mim não saberás como te adoro;
Não te direi jamais,
Se te amo, e como, e a quanto extremo chega
Esta paixão voraz!


Se andas, sou o eco dos teus passos;
Da tua voz, se falas;
o murmúrio saudoso que responde
Ao suspiro que exalas.


No odor dos teus perfumes te procuro,
Tuas pegadas sigo;
Velo teus dias, te acompanho sempre,
E não me vês contigo!


Oculto e ignorado me desvelo
Por ti, que me não vês;
Aliso o teu caminho, esparjo flores,
Onde pisam teus pés.


Mesmo lendo estes versos, que m'inspiras,
— "Não pensa em mim", dirás:
Imagina-o, se o podes, que os meus lábios
Não to dirão jamais!


————


Sim, eu te amo; porém nunca
Saberás do meu amor;

A minha canção singela
Traiçoeira não revela
O prêmio santo que anela
O sofrer do trovador!


Sim, eu te amo; porém nunca
Dos lábios meus saberás,

Que é fundo como a desgraça,
Que o pranto não adelgaça,
Leve, qual sombra que passa,
Ou como um sonho fugaz!


Aos meus lábios, aos meus olhos
Do silêncio imponho a lei;
Mas lá onde a dor se esquece,
Onde a luz nunca falece,
Onde o prazer sempre cresce,
Lá saberás se te amei!


E então dirás: "Objeto
Fui de santo e puro amor:
A sua canção singela;
Tudo agora me revela;
Já sei o prêmio que anela
O sofrer do trovador.


"Amou-me como se ama a luz querida,
Como se ama o silêncio, os sons, os céus,
Qual se amam cores e perfume e vida,
Os pais e a pátria, e a virtude e a Deus

Por as 00:14 |

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Sexta-feira, Março 28, 2008

27 ou 28 de março

Já não sei a data ao certo. Já passa da meia noite há algum tempo. Talvez seja quase uma da manhã.

Na cabeça o que ecoa é o som do telefone. A chamada desligada antes mesmo de ser formalmente finalizada.

Ela vira para o lado e tenta segurar a lágrima que insiste em cair. "Idiota" pensa ela. O pensamento sucede-se a ligação cujo único objetivo até então, era desejar "Boa noite".

A lágrima escorre solitária, censurada pelas mãos e seca na fronha desgastada depois de tantas lavagens e tanto tempo protegendo o travesseiro.

Por um instante ela pensou em ligar o computador e tentar escrever sobre aquilo que a afligia.

Lembrou de alguém muito querido ao desistir da idéia e ao invés do computador resolveu registrar os sentimentos do início de madrugada no velho caderno, que outrora era utilizado apenas para aprender a língua espanhola.

No caderno, ela encontrou outras palavras rabiscadas na péssima caligrafia que sempre lhe foi peculiar. Palavras que pertenciam a um passado não tão distante mas o suficiente para mais uma vez a palavra "idiota" vir a mente e passar de pensamento à palavra escrita por sobre as linhas azuis do velho caderno espiralado.

Enquanto fitava o teto por breves instantes, ela repassava como num filme os últimos acontecimentos desde que completara 23 outonos.

Sem querer a memória e os fatos guardados a fizeram voltar um pouco mais longe e relembrar o início do ano.

Na memória um flashback de um beijo tão esperado quanto o primeiro que havia acontecido anos antes. Mais uma vez veio à cabeça da jovem menina a palavra idiota.

O rádio relógio piscava as horas sobre o criado-mudo, mas de onde ela estava era impossível visualizar as horas marcadas. Até porque ainda que conseguisse ela se daria conta que o mostrador exibia as horas de forma inexata.

Tudo naquele instante era incerto.
Foi então que ela resolveu apagar as luzes e tentar voltar a dormir, por mais que soubesse que o sono demoraria a chegar, mas ela sabia também que o cansaço físico e mental dos últimos dias não tardariam a dar sinal de vida.

Sendo assim, assinou o verso da folha e tentou lembrar em vão a data correta.

Pensou que às vezes é inútil ter certeza.
Desejou Paz para a vida. Olhou-se no espelho, saiu da cama, caminhou em direção ao interruptor e apagou as luzes.


Por as 16:23 |

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Quinta-feira, Março 27, 2008

Odeio Sessão Expirada!

Arrghhh!
Vou resumir o post perdido: Eu quero PAZ! Não quero nada de ninguém, não quero raiva de ninugém, não quero alguém de outrem!
Eu levantei a bandeirinha da paz!

De problemas já me bastam os profissionais. (Que aliás nem são tãooo problemas assim)
Mas estou no sossego.

Aliás o que eu quero eu já deixei bem claro!
Bem claro mesmo.

2.10.14!

Por as 15:54 |

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Quarta-feira, Março 26, 2008

Porque tem dias que eu queria simplesmente não querer saber se você está bem! Não me preocupar, não querer cuidar...


Queria que fotolog tivesse no minímo contador de visitas.
O que tem de gente assisitindo minha vida é fogo!




Por as 15:09 |

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Segunda-feira, Março 24, 2008



Faça o que ele manda,
Ouça o que ele diz
Confie nele

Não o entregue tão facilmente
Mas coloque-o em tudo o que você faz
Deixe-o bater forte

Mantenha quem você ama perto dele
Seja ele mole ou feito de pedra
Cuide bem dele
Ele é a coisa mais importante que você possui

Ame seu coração

(eu juro que eu fiz o que meu coração disse pra fazer!)

Por as 23:53 |

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Acho que hoje finalmente consegui dizer tudo o que eu queria dizer.
Se vão me compreender? Não sei, mas deixei claro que vou correr atrás do prejuízo.

Muita coisa aconteceu, mas as partes que necessitavam de explicações (ou não) já foram contactadas.
Me senti numa novela mexicana. E desabei, desaguei, chorei horrores.
Fui honesta com as pessoas de uma maneira que eu não era há muito tempo, e mais do que isso fui honesta comigo mesma.

Não sei se estou feliz ou se vou ficar bem, mas minha consciência está finalmente leve.
Fitinha de Nosso Senhor do Bonfim no braço, se fez efeito ou não eu não sei, mas que eu queria que um milagre acontecesse, eu queria, porque tem coisas que valem a pena por cada segundo, e justamente por isso merecem ser levadas à sério, porque sonhos são coisas assim: são coisas que valem a pena por cada segundo ainda mais quando ele pode se tornar real.


E só pra registrar: tem gente que é mesmo carne de pescoço, não desce, é indigesta e eu não faço a mínima questão de esconder.
Eu estou leve e tenho em mente que tudo o que eu posso fazer eu estou fazendo.

Por as 23:33 |

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Domingo, Março 23, 2008

Eu vivo sozinho e apaixonado não tenho ninguém aqui do meu lado

Meu cachorro Vênus foi roubado, fiquei um pouco preocupado

Vou me entorpecer bebendo vinho, eu sigo só o meu caminho

Vou me entorpecer bebendo vinho, eu sigo só o meu caminho

Chove pra caramba aqui no Rio penso no sul aquele frio
A TV diz que vai fazer sol não sei se é bom ou é pior
Vou me entorpecer bebendo vinho eu sigo só o meu caminho
Vou me entorpecer bebendo vinho eu sigo só o meu caminho

No rádio toca um velho rock´n´roll fico pensando a onde estou
Nada satisfaz nesta hora se é assim eu vou embora
Vou me entorpecer bebendo vinho eu sigo só o meu caminho
Vou me entorpecer bebendo vinho eu sigo só o meu caminho

Por as 17:27 |

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Sobre as coisas que eu às vezes odeio

Eu odeio admitir coisas. Admitir sentimentos, admitir erros, admitir vergonha, admitir palavras, admitir verdades que não as minhas.

Por essas e outras eu confundo as pessoas e me confundo também, embora desde o início eu já tivesse certeza sobre o assunto sobre o qual me confundi. Entendeu?
Eu odeio gente se metendo na minha vida. Não porque eu estou sempre certa, que sou a Senhora da Verdade, Senhora do Destino (quase uma Renata Sorrah) Duas Caras ou outra novela qualquer que tenha Suzana Vieira e Renatinha Sorrah. Ok, eu lembrei de Heleninha Roitman, eu precisava dizer isso.
Mas voltando ao assunto (e eu aprendi em algum ponto destes 23 anos recém completos, que nunca se inicia uma frase com um "mas", mas eu começo mesmo assim), eu não gosto (de gente se metendo na minha vida) porque eu sou bem "grandinha" e eu sei o que é certo ou errado e, como humana filha de Deus que sou, me permito errar às vezes. Tá bom, seu sei que às vezes, isto é, quase sempre, eu erro mais que o permitido, mas aí são outros os fatores determinantes.

Eu sou do contra, não por prazer em ser do contra, mas por sempre pensar que existe um outro lado, e que duas coisas podem co-acontecer simultaneamente, entende?

Enfim como ESJF que sou, eu aprecio segurança. Mas não a segurança que vem de fora, mas a que vem de dentro. É certo que essa segurança é originada fora, mas não é fora que ela tem suas bases.

Acho que estou confusa! Não porque eu não sei o que eu quero.
Por que isso eu sempre soube. Mas eu queria segurança que vem de fora pra fortalecer a minha segurança que vem de dentro.

Eu sei que esse texto está um tanto quanto confuso, que várias pessoas não vão entender nada, e que provavelmente cada uma vai achar que tem a ver com outra coisa. Mas acontece que não tem.

Eu agora tenho 23 anos, algumas blusinhas novas (que eu a-do-rei ter ganho, afinal meu guarda-roupa só tem Stereo Vale) um par de meias novas, um ovo de chocolate, um pouco do bolo de aniversário, uma caixa de "Ferrero Rocher" e talvez eu tenha algumas certezas, ou talvez não tenha nenhuma. Juízo eu tinha. (E tenho também uma vontade enorme de namorar "certinho", de levar e ser levada à sério de verdade, de construir algo à dois).

É estranho me sentir estranha. Ser diferente, ser mais, e sentir falta do que eu era.
Tenho saudade de muita coisa. Muita coisa mesmo! Coisas que não me atreveria a dizer e outras coisas mais simples; como paz de espírito, coisa que não sinto faz tempo. Porque parece que sempre que eu estou acertando a minha vida eu sem querer acabo fazendo mal a vida de alguém e isso me tira o sossego.

O ruim é que eu passei a vida toda, isto mesmo você não entendeu errado, a vida toda tentando ser certinha, tentando não errar, tentando estar no controle de tudo , fazendo malabarismos com os meus sentimentos pra ser ou parecer ser uma pessoa responsável.

Quando eu consegui me libertar do peso de um rótulo que eu levava, não foi assim tão fácil. Aliás ainda não é fácil.
Me falta equilíbrio. E eu ainda não achei o ponto onde tudo se equilibra. O ponto onde eu e o resto do Universo consegue conviver em paz.

Outra coisa que eu acho ruim é que eu tenho uma senhora dificuldade pra mudar.
E ninguém entende isso. Quando eu digo que preciso de um tempo, pode até soar que eu sou egoísta, que só penso em mim, mas é que eu sei que eu tenho valores e defeitos a serem corrigidos. Mas eu não sei mudar de 8 a 80 coisas tão profundas. eu tenho meu jeito, um jeito meio torto mas que eu sei que funciona. E mesmo que eu mude eu ainda não serei perfeita.

Eu não me sinto na obrigação de mudar pelos outros. Eu mudo por mim. Mudo por aquilo que acho que é melhor pra mim.
E nisso me acho mutante. Mas isso não quer dizer que a mudança venha em dias. Não sou um feijão, que você planta no algodão e depois de uma semana já tem algo novo por ali.

Eu mudo de idéia, embora não admita, porque como eu disse lá em cima: eu odeio admitir coisas.
E às vezes, seja por ser confusa, ou seja porque nem eu me entendo, eu demonstro tudo exatamente ao contrário do que eu sinto.
E se alguém teve coragem de ler tudo até aqui e entendeu algo, me avisa, porque eu me perdi e já nem sei mais do que estou falando.

Sei que esperava um número maior de ligações no meu aniversário... Alguns amigos fizeram falta...



Por as 11:39 |

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Sexta-feira, Março 21, 2008

Contando os minutos pra uma data especial (ou não).

No fundo o que eu queria mesmo era uma ligação e principalmente um abraço.

Uma ligação que mudaria minha noite, meu aniversário e quem sabe, meus dias.

Eu tenho o dom de não notar o quanto uma pessoa me faz bem até que a primeira possibilidade de perder me faz tremer, me faz ruir.

Eu sei, você sabe, a gente sabe o que faz ou não diferença na vida da gente.

E hoje uma ligação faria muita.
Depois de muita coisa, uma única ligação me deixaria feliz.

Quem sabe ao ouvir um "alô" aquele velho sorriso bobo volte a ficar estampado por aqui...



23h41
(...)
2.10.14 amo³

Por as 23:42 |

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Faltam seis horas para o meu aniversário.
E tudo o que eu não queria que acontecesse está acontecendo.

Vazio enorme aqui dentro.
O pior é a sensação de solidão que ficou.



Por as 18:06 |

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Terça-feira, Março 18, 2008

Batendo na porta

Semana Santa bate à porta e me faz refletir sobre tudo o que sou, e sobre os valores que tenho.
Com certeza sou o que sou e penso como penso devido à maneira como fui criada. Em uma semana como esta os valores que mais me lembro são aqueles formados pela religião.

Aliás não qualquer religião, mas a minha em questão: Católica.
É estranho ser Católico num país onde quase metade se diz: "Católico não praticante", isto é, aquela pessoa que foi batizada e só volta na Igreja em casamentos, batizados e missas de sétimo dia. Eu não sou assim. Acredito que quem possui uma religião tem o hábito de pratica-la.

Eu fui coroinha um bom tempo da minha vida. Tempo o suficiente para entender a magia da Semana Santa. Tempo suficiente para gostar mais da Páscoa do que do Natal. Esse mistério em torno da vida e morte de alguém que viveu pelos outros.
Minha família em grande parte é Católica, alguns participam regularmente, tenho um tio que é Bispo e uma tia Freira, fatos que pesam e se somam a minha criação.
A Igreja Católica tem lá seus pontos de vista, muito dos quais eu não concordo, mas isso não é motivo o bastante para que eu deixe de acreditar em Deus. E o Deus que eu acredito é o Deus Trino, Aquele mesmo representado pelo Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Confesso que ando em falta com minhas obrigações religiosas, e que sinto falta dos ritos, das palavras e de trabalhar em movimentos religiosos. A fé é algo que precisa ser trabalhado diariamente. Independente qual seja o seu credo, é necessário coloca-lo em prática.
Acho que nisso a religião ajuda e muito: colocar a sua fé em prática.

Apesar de conhecer um pouco sobre outras religiões, gostar do assunto, continuo acreditando no meu Deus.
Acho que talvez eu tenha uma visão um pouco diferente, vejo Deus como uma "Mãe", que ensina o certo e o errado, mas no fundo deixa você fazer suas escolhas, seguir o seu caminho. É Alguém com quem você pode contar, e é Alguém também a quem a gente sempre deve um "muito obrigada". Não consigo ver um Deus colérico, repressor, mas a figura do pai do filho pródigo, que sempre está a esperar.

Creio também que Deus é uma resposta para toda as perguntas que a gente costuma fazer sobre o que vem depois. É uma forma de ter esperanças que pode existir um amanhã melhor, seja ele aqui na Terra ou no céu.


Por as 08:19 |

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Domingo, Março 16, 2008

Eu quero Menos Pra Mim

Menos preocupação.
Menos formalidade.
Menos nuvens no céu.
Menos roupa.
Menos encanação.
Menos se levar a sério demais.
Menos escritório.
Menos cara feia.
Menos despertador do lado da cama.
Menos falta de tempo.
Menos resolver tudo por email.
Menos chapinha.
Menos distância.
Menos complicação



Texto do comercial das Havainas
Retirado do Queda Livre

Por as 23:14 |

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Sobre como a música influencia meu comportamento numa manhã de domingo...

Eu já sabia que iria postar. Afinal estava adiando essa tarefa havia já alguns dias. Talvez já tivesse algum tema, até mesmo algumas frases prontas, aguardando apenas passarem para a fria tela do computador através do mesmo teclado que diz tantas outras coisas, o mesmo teclado preto que se tivesse a oportunidade de falar as próprias vontades iria com certeza pedir para ser limpo, visto que sua freqüente utilização faz com que os hábitos alimentares dessa pessoa que vos escreve sejam feitos muitas vezes à frente do computador.

O processo foi o mesmo de todas as manhãs, ligar, logar usuário, arrumar a cama, iniciar a conexão, logar o"messenger", verificar mensagens offline, abrir o navegador, verificar contatos online. Até aí tudo conforme o esperado: poucas pessoas online, afinal o resto do mundo gosta de aproveitar o sábado a noite e esticar o sono do domingo.

Ao olhar os apelidos dos contatos reparei que havia uma rádio, a qual eu quase nunca escutava, no nome de exibição de um dos poucos online no momento. Resolvi escutar também.

Há muito eu não escutava Cássia Eller, acabei me dando conta de que não sabia quase nada sobre a vida da cantora que sagrou-se como grande intérprete. Sabia de uns poucos sucessos, esses que todo mundo sabe.
Foi então que senti uma enorme necessidade de saber mais.

Acabei descobrindo uma música entre tantas outras, que talvez tenha algo a ver comigo ou que talvez não ou ainda que talvez seja apenas uma música qualquer escolhida de forma aleatória, e que sabe-se lá o real motivo, causa e razão resolvi postar neste blog nesta manhã de domingo, mudando assim todas as frases prontas, os temas pré estabelecidos e outras coisas mais.

Segue a letra:

Não Sei O Que Eu Quero Da Vida - Cássia Eller
Composição: ( Hermelino Néder / Arrigo Barnabé )

Não sei o que que eu quero da vida
Não sei o que que eu quero de mim
Não sei o que que eu quero de tudo
Só sei que tudo vai ter um fim
Vai sim

Não sei o que que eu quero da droga
Não sei o que que eu quero do sexo
Não sei o que que eu quero do rock
Não sei o que que eu quero do resto
Resto

Você me dá ordens
Me diz o que que eu devo fazer
Você me dá ordens
Me diz que eu preciso sofrer
Você me dá ordens
Me diz que eu preciso prazer
Você me dá ordens
Me diz que só assim pra aprender
Você me dá ordens
Mas eu não vou obedecer
Obedecer? "Eu não, na-não
Na-na-não num vô não
Obedecer? Eu não
Eu num sô escoteiro
Eu num sô coroinha
Eu num sô padreco
Obedecer? Eu não na-não
Posso num saber
Mas eu num vô obedecer"

Você me dá ódio
Você me dá ódio
Você me dá ódio


(...)

Por as 10:39 |

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Quarta-feira, Março 12, 2008

Dizer que o fato do meu aniversário estar próximo não está me incomodando seria mentir descaradamente.
Até porque aniversário para mim é uma data que foi se tornando importante. Não era quando eu era mais nova, mas foi se tornando, entende?

Tem gente que nem liga. Eu ao contrário de muita gente, passei a ligar.
Não que eu espere presentes e desejos de felicidades, mas o que eu queria mesmo era compartilhar e marcar um momento de mudança.

O cérebro não registra rotina, vai se desfazendo de informações que se tornam cotidianas, por essas e outras temos a impressão de que o tempo passa cada vez mais rápido, porque a cabeça da gente armazena menos informações sobre o dia-a-dia.

Por isso é interessante criar rituais de passagem. Comemorar o aniversário a cada ano de forma diferente é uma forma de inserir uma marca de que algo na vida da gente mudou. É marcar a passagem do tempo e fazer com que de uma forma ou de outra isso se torne importante.
Afinal viver é o que a gente faz com o tempo que tem.

Por as 01:06 |

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Segunda-feira, Março 10, 2008

What a fucking feeling inside of me...

So this is the way that I say that I don'y know what to say.
Understand? Neither do I. Or maybe it be either do I, whatever, I don't remember anymore.
But I still remember other kind of things. Somo of this things I really wanna erase from my mind.

Some times I think that I have spended (does it exists? some english teacher could help me please?) so much time with things that I don't need anymore. And sometimes I think that I am who I am just because of the way that I use to spend my time.

Don't know why, but I remembered of that music from Roxette... And remembered of Norah Jones too.

I'll not translate this post. 'Cause I don't wanna to...

Today I can say that I'm a little bit sad and crazy.
Too sad.... My bday is coming soon... And I'm afraid that everybody go travel on the holiday.


Por as 18:24 |

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Sexta-feira, Março 07, 2008

Terceiro passo: Eu não demonstro meus sentimentos, exceto quando o sentimento é a raiva.
Aí sim pareço uma besta insandecida.

Não vejo a hora desse dia terminar logo... Não vejo mesmo!

Por as 14:44 |

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Quinta-feira, Março 06, 2008

Como entender a Priscila em alguns passos...

Primeiro passo: Entenda que eu sou um bicho do mato. Um bicho do mato e selvagem ainda por cima. Tá certo que quando se diz bicho do mato sub entende-se (junto ou separado?) que é o bicho em questão é selvagem certo? No caso o bicho sou eu, ou seja a bicha (ui, que gay!).

Bicho não domesticado age por instinto, e o instinto na grande maioria das vezes faz com que a gente ataque quando se sente ameaçado.
E às vezes a ameaça não é nem real, mas a gente, e quando digo: "a gente" coloque "eu" aí no lugar, acha que existe aí se retrai e qualquer aproximação a gente espanta.

Eu sou assim: Eu ataco. Eu digo e faço coisas por defesa, por medo, por insegurança, acho que essa é a palavra certa: insegurança.
E justamente por causa dessa maldita insegurança eu fico tentando provar justamente o contrário.

Confesso que estou tentando digerir alguns pensamentos já a algum tempo.
E pensar é o meu mal, porque eu sempre faço isso em excesso.

Segundo passo: Eu sou cabeça dura. É eu sou. Sou mesmo. Acostume-se, ou comece a plantar um pézinho de paciência para colher os frutos e aplicá-los em mim. Eu sempre acho que estou certa. E pra mudar isso você tem que me provar umas quatro vezes que dois e dois são quatro. E mesmo assim eu vou refazer a conta.


Por as 11:44 |

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Estou me sentindo incompleta.
Acho que esta é a palavra. Incompleta.
É como se parte das certezas que eu tinha, ou ainda tenho, estivessem se diluindo em meio à algo que eu não sei exatamente o o que é.

Saudade misturada à um sentimento de insegurança.
Saudade do beijo bom, misturada a uma enorme confusão de pensamentos...

Pensando em qual será a próxima cartada, qual a próxima jogada...
Até agora todas as peças se moveram conforme o esperado. Sem nenhuma exceção, o que de certa forma me irrita, me irrita profundamente.
O meu ponto de vista é privilegiado e o meu muro de Berlim está erguido. (Procura o lance do Muro de Berlim em postagens anteriores)

Agora é esperar e ver os resultados, esperar a massa crescer, esperar cada atitude, cada jogada já prevista.
Um capítulo se encerra, e confesso: Mal posso esperar pra começar a escrever um novo.


Por as 00:56 |

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Quarta-feira, Março 05, 2008

1...
2...
3...
4...
5... 6... 7...

respira...

Por as 11:47 |

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Terça-feira, Março 04, 2008

Onde os fracos não tem vez...

Sabe quando certas atitudes não te surpreendem mais?
Quando brigar pelo mesmo se torna rotina? Sabe quando você percebe que por mais que você fale, esbraveje, se irrite as pessoas não mudam? Pois é. Assim como você espera que as pessoas mudem, as pessoas também esperam que você mude.

Só que isso muitas vezes não acontece. Ninguém muda da noite para o dia. O difícil é o resto da humanidade entender isso, mas eu não vou gastar o meu precioso tempo tentando explicar. Prefiro reservar meu tempo para outras coisas mais proveitosas, bem mais proveitosas eu diria.

Ando irritada: Fato!
"Por que macaco senta em cima do próprio rabo para falar do rabo dos outros..." e isso irrita.

Eu desisti de ser perfeita faz tempo.
E tentar consertar algumas coisas é colocar, desnecessariamente, o dedo numa ferida muito mal cicatrizada.

Cansei de brigar pelas mesmas coisas de sempre.

Então eu sigo o meu caminho. Quem também quiser seguir que aceite as minhas regras, as regras do meu jogo.
Meu foco é outro, é semelhante a mim.


Trilha SonoraOuvindo: Alguém como você - Sandy e Júnior. ii.x.xiv



Por as 08:23 |

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Sábado, Março 01, 2008

Durante uma tarde inteira essa janela ficou aberta.
E eu tive várias idéias para colocar aqui, várias coisas que eu poderia simplesmente escrever.
Mas no final acabou que eu não escrevi nada, talvez porque esteja com a cabeça cheia demais e não esteja prestando atenção em todas as minhas atitudes durante essa semana que passou.

Talvez por pensar demais eu tenha esquecido de fazer ou dizer certas coisas.
Enfim, foi sem querer. Ando tão cansada que não consigo nem dormir...
Não sei se é cansaço ou preocupação, ou o fato de não ter me acostumado a nova rotina.

Tudo o que sei é que eu sinceramente não sei como existe tanto lixo e tanta futilidade em coisas que alguns dizem serem feitas com muito capricho. [indireta mode: on]

Mas está bom.
Por mais que às vezes eu não demonstre, saiba que eu sinto!



(...)


Por as 21:18 |

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