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2.7.06
Os grilos - continuação...
Pois bem, hora de acabar com o suspense.
Após ficar alguns minutos analizando o bicho com a vassoura e a sacolinha na mão tomei uma atitude: Peguei a vassoura e tentei jogar o bicho pra fora através da janela. Até que deu certo, não fosse o pequeno grande grilo ter voltado voando em minha direção enquanto eu me jogava ao chão numa cena parecida com Matrix!
Nisso o bicho foi para perto da porta embaixo da comoda do meu quarto. Já era madrugada, resolvi deixar a porta aberta e tentar dormir... Par minha sorte acho que ele ficou quieto durante toda a noite.
Segunda-feira passou correndo. Entreguei meu TCC. De volta ao lar-doce-lar, essa senhorita que vos escreve entra no doce recanto que é o quarto e vai dormir, afinal tinha passado por um grande momento de stress, tanto por causa do TCC quanto pelo invasor que na noite de domingo havia lhe tirado o sono.
Por um milagre qualquer fui dormir mais cedo que o de costume, por volta de 23h30.
Quando dá 01h10 da madruga, não é que eu volto a escutar o mesmo barulho que na noite anterior me tirou o sono???
Deitada, no escuro, pensei: "Estou sonhando, só pode ser, estou sonhando, volte a dormir profundamente..." Mas o barulho "aterrorizador" não cessou. Lá vai ela de novo acender a luz e dar de cara com o enorme bicho gigante de 10 cm. Onde ele estava? No mesmo lugar da noite anterior! Ninguém merece...
Nessa altura do campeonato o meu incosciente entrou em ação e fez o enorme bicho de 10 cm tomar proporções bem maiores. e a senhorita "super-valente-do-tipo-não-tenho-medo-de-nada-muito-menos-de-barata" ficou apavorada...
Com tanto medo, fui capaz de acordar a minha mãe, que estava no 15° sono e fazer birra durante meia hora pra que minha mãe, depois de muito custo e algumas lágrimas (sim eu abri a boca chorar) tirasse o monstro do meu quarto.
Se não bastasse as reclamações que ouvi por ter acordado alguém, também fiquei aturando "brincadeirinhas" por uma semana...
Ninguém merece....
Trilha deste post: Nem um dia - Djavan (isso me retrata perfeitamente: "Um dia triste (...) E o pensamento lá em você..."
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